: Com Graça e Poder, Entendendo OS TRÊS! (1ª parte).

Suprimento para a Célula – Semana 12/04 à 19/05/19

I.QUEBRA-GELO:  O que é, o que é? Não se come, mas é bom para se comer. (O talher.)

II. LOUVOR E ADORAÇÃO: Pode ser com hinos, Salmos e cânticos espirituais.

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III. EDIFICAÇÃO DA CÉLULA: Com Graça e Poder, Entendendo OS TRÊS! (1ª parte).                                                                 

O homem possui três partes: O corpo é onde estão os nossos sentidos físicos. A alma é o “eu”, o centro da personalidade. Pelo espírito temos comunhão com Deus. É o centro de todo o nosso ser. FUNÇÕES DO ESPÍRITO. a)INTUIÇÃO: I João1: 20. “Unção”. O Espírito Santo é a unção sobre nós. O conhecimento que o Espírito concede é na intuição capacidade de conhecer ou de saber algo sem qualquer ajuda da mente ou da emoção. I João 2:27. I Co. 2: 14. Jesus percebia no espírito, o que os outros arrazoavam. Marcos 2: 8.  “Arrazoar” – razão; mente; lógica. Fariseu usa a mente, razão. Homens de Deus percebem no espírito, homens carnais apenas arrazoam. É ruim líderes que arrazoam. Isso é atitude de imaturidade. Fariseu arrazoa, analisa prós e contra, analisa o certo e o errado. Nem tudo o que percebemos no espírito devemos dizer à outra pessoa, mas temos que agir com base no conhecimento. A intuição se manifesta (funciona), pela restrição e pelo constrangimento. O Espírito nos guia pela intuição, esse saber é baseado no constrangimento ou baseado na restrição. A restrição (é ser impedido de algo) é uma sensação que às vezes parece opor-se ao que a nossa mente pensou, nossa emoção aceitou e a nossa vontade decidiu. É uma sensação de que algo não deve ser feito. Exemplo:“Bem que dentro de mim algo me dizia para eu não fazer!”O constrangimento(é ser levado a algo) é um impulso, um estímulo para que façamos algo que parece irracional e até contrário à nossa vontade. Paulo foi constrangido no espírito a ir para Jerusalém quando ele queria ir para a Macedônia. (At. 20: 22). Em todas essas referências, temos a forma como se manifesta a intuição do espírito. Atos 20.22.Exemplo 1: Planejamos fazer determinada coisa que nos parece muito razoável, gostamos da ideia e resolvemos ir em frente. Mas algo dentro de nós dá uma sensação pesada. A sensação parece nos dizer que tal coisa não deve ser feita. Esse é o impedimento, ou a restrição da intuição. Exemplo 2: Determinada coisa parece irracional, contrária ao nosso deleite, e contrária à nossa vontade. Mas, por algum motivo desconhecido, há dentro de nós certo constrangimento, um impulso, um estímulo para que a façamos. Há uma diferença entre o conhecer e o entender. O conhecer está no espírito (ele sabe), enquanto que o entender está na mente. A nossa mente é então iluminada para entender e traduzir o que a intuição conheceu. É comum ouvir irmãos dizer: “eu entendi, eu sinto que é de Deus, só não consigo explicar” Por que isso? Porque há um período de amadurecimento antes que você seja capaz de explicar uma verdade espiritual. Jeremias 31:34. Isso é uma cláusula da Nova Aliança! Todos os crentes conhecem as coisas de Deus? Sim! Todos são capazes de explicar? Não. Porque o conhecer é um processo. O conhecimento da intuição é chamado na Bíblia de revelação. Revelação é o desvendar, pelo Espírito Santo, da verdadeira realidade de alguma coisa. Esse tipo de conhecimento é muito mais profundo que o conhecimento da mente. b) A FUNÇÃO DA CONSCIÊNCIA: Capacidade de discernir entre o certo e o errado, não segundo os critérios da mente, mas segundo a sensação do espírito: Romanos 9.1; Atos 17.16. A consciência está localizada no espírito humano. Testificar, confirmar, recusar, acusar, é manifestações da consciência. I Coríntios 5:3, Paulo diz que, em seu espírito, julgou uma pessoa pecaminosa. Ele usou a consciência do espírito para julgar. Frequentemente a consciência condena coisas que a nossa mente aprova. O julgamento da consciência não é segundo o conhecimento mental, mas segundo a direção do próprio Espírito Santo. Na Bíblia existem dois caminhos: O caminho tipificado pela árvore da vida e a do conhecimento do bem e do mal. Não somos exortados na Palavra a andarmos segundo o padrão de certo e errado, mas sim a sermos guiados pelo espírito. A mente faz ponderações sobre certo e errado, mas a consciência não faz ponderações, apenas decide. Exemplo: Quando você para diante de um cinema, qual é a sua ponderação? ‘‘Não é pornográfico, não é errado, não faz mal, portanto, eu posso assistir’’. Tais ponderações não são da consciência. É a mente decidindo, independentemente. A consciência não faz ponderações, apenas decide. Há muitas coisas que a nossa consciência recusa, mas a nossa mente aprova. Devemos rejeitar o caminhar segundo a mente, segundo a árvore do conhecimento, e seguirmos pelo espírito, pelo princípio da vida de Deus em nós, percebido em nossa consciência. Nunca devemos tentar explicar o pecado, justificando-o. Sempre que a nossa consciência recusar algo, devemos parar imediatamente. Se você não tem convicção, não faça porque tudo o que não vem de plena certeza e fé é pecado. Romanos 14:23. Só podemos servir a Deus estando com a nossa consciência limpa. A consciência tem a função de testificar conosco a vontade de Deus. c) A FUNÇÃO DA COMUNHÃO: é feita no nível do nosso espírito. Deus não é percebido pelos nossos pensamentos, sentimentos e intenções. Lucas 1:47; I Cor 6: 17. Comunhão é adorar a Deus. Deus faz a partir do nosso espírito. É sempre de dentro para fora. Esta é uma maneira bem prática de sabermos o que vem de Deus e o que vem do diabo. O diabo sempre começa de fora, tentando atingir nossa alma. Procure exercitar o espírito, mediante o coração. A adoração com cânticos em línguas é mais eficiente, pois a nossa mente fica infrutífera e podemos exercitar o espírito livremente. A comunhão com Deus é sempre percebida no coração. II – EXERCITANDO O ESPÍRITO. O nosso espírito separa aquilo que procede da alma do que procede do próprio espírito. a) Por Meio do Quebrantamento: Deus nos leva a perceber o nosso próprio espírito que passa por três caminhos: a. quebrantar a alma. b. Pela Palavra de Deus: para separar a alma e o espírito. Hebreus 4:12. c. Orando em línguas: I Coríntios14:14 que aquele que ora em línguas tem o próprio espírito orando enquanto a mente (alma) fica infrutífera. III – REJEITANDO A PASSIVIDADE.  Mateus 7:7,8; Romanos 12: 11; Lucas 8.44-46.  A mulher não agiu com passividade, mas foi ativa!Se você vai a um culto e fica parado, passivo, esperando que algo lhe aconteça você irá embora sem receber coisa alguma.Algumas pessoas antes do culto, antes da reunião da célula, antes de uma visita, enchem a mente com pensamentos e com coisas que só irão bloquear o fluir do Espírito levando a passividade.  Romanos 1:9.Precisamos aprender a exercitar o nosso espírito. A obra de Deus em nosso espírito já foi completada. O nosso espírito está pronto, mas ainda precisa ser aperfeiçoado pelo exercitar. Intuição, consciência e comunhão. Isso nos tornará cristãos cada vez mais maduros. O Senhor nos exorta a exercitarmos nosso espírito: Quebrantando nossa alma, alimentando-se da Palavra, orando em línguas e rejeitando a passividade. Essa postura será vital para vivermos com Graça e poder!

Compartilhamento: 

  1. Como você avalia sua vida cristã entendendo os três?
  2. Como você poderá chamar para si a responsabilidade espiritual dessas instruções?
  3. Para o visitante: Você recebeu esta palavra em seu coração e deseja acertar sua vida com Deus?

Oferta da Célula: Com esse entendimento claro dos três, vamos pelo espírito e não na carne (alma) cooperar com o reino do Pai.

Avisos

Depósitos de dízimos e ofertas nos seguintes bancos: BANCO ITAU Ag. 3260 c/c 03259-8; BRADESCO Ag. 2100-8 c/c 24969-6 e SICREDI Ag. 0911 c/c 40181-1.

Senhores Líderes, estamos na 2ª semana de 4ª de Maio.

Dia 25 de Maio, I M E R S Ã O.

Queridos irmãos, a nossa presença no culto é muito importante. Sejamos assíduos!

Leia junto o Pacto da Assiduidade: — Vou considerar o tempo normal que meu grupo investe semanalmente como um tempo sob a mão discipuladora de Cristo em nosso meio. Não entristecerei o Espírito nem impedirei o seu trabalho na vida dos meus irmãos (ãs) pela minha ausência, exceto em caso de emergência. Somente com a permissão dele, em oração, vou considerar a ausência uma possibilidade. Se estiver impossibilitado de comparecer por qualquer razão, por consideração, vou telefonar para o meu líder de célula para que todos os membros da célula saibam por que estou ausente, para que possam orar por mim e não tenham maiores preocupações comigo. Lucas 9.57-62 e Hebreus 10.25.

Grande abraço! Henrique Finotto

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